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Calibragem - Na medida exata Nem mais, nem menos. A pressão dos pneus precisa ser a recomendada pelo fabricante.Murcho ou muito

Publicado: 18/07/2013 às 15:25:57

De fato, conferir a pressão dos pneus do carro é tarefa chata. É preciso se agachar e quase nunca se sai com as mãos limpas. Os que preferem se livrar desse “serviço sujo” têm que confiar na medição feita pelos frentistas mais atenciosos. De uma forma ou de outra, para evitar problemas, o importante é manter a pressão indicada pelo fabricante do veículo. Diferentemente do que se imagina, a borracha é um material permeável e o ar acaba escapando, mesmo se a válvula estiver perfeita.

E manter a pressão correta não é frescura. Existe uma grande diferença no comportamento do veículo se os pneus estiverem murchos (com menos pressão) ou mais rígidos (com mais pressão). Linus De Paoli, supervisor de engenharia de veículos da Ford, explica que antes de o fabricante determinar a pressão do pneu vários fatores são estudados até alcançar um equilíbrio. Por isso, é importante que a calibragem dos pneus esteja dentro dos parâmetros estabelecidos pelo manual do proprietário.

De acordo com Linus, os principais fatores observados no projeto de um carro em relação à pressão dos pneus são: o peso que terão que suportar; a medida (se for de perfil baixo, a pressão deve ser maior); o conforto para os ocupantes; a economia de combustível; a durabilidade dos componentes do veículo; e a segurança, já que esse fator pode alterar o comportamento dinâmico do carro.

Vazios

Rodar com os pneus vazios aumenta as chances de as rodas amassarem, já que a superfície do pneu se deforma com mais facilidade e a roda pode ser danificada facilmente. Se o impacto for muito grande, além da roda, a suspensão pode ficar comprometida. Como nessas condições existe maior dissipação da energia, o consumo de combustível aumenta. Quando a pressão dos pneus está baixa, o desgaste é irregular (concentrado na extremidade externa do pneu), além de ficar impedido de levar muita carga para o peso não deformar demais os pneus. Por fim, se estiver muito vazio, o pneu pode até sair do aro.

Cheios

Se o motorista deixar os pneus cheios demais, o conforto fica comprometido porque eles passam a não absorver as imperfeições do piso. E esse impacto também compromete a durabilidade de outros componentes. Nessas condições, os pneus também sofrem desgaste irregular (concentrado no meio), além da perda de aderência. A única vantagem de deixar a pressão mais alta é a redução do consumo de combustível, que, devido aos vários outros pontos negativos, não vale a pena.

Segundo o engenheiro da Ford, não é necessário alterar a pressão nos trechos urbanos mais esburacados porque os testes realizados pelos fabricantes são feitos em várias condições de terreno. Mas existem situações extremas em que a pressão recomendada pode (e às vezes deve) ser diferente. Em areia fofa, o motorista pode diminuir a pressão dos pneus para aumentar a área de contato e impedir que o carro afunde. Já num caminho com pedras grandes o melhor é elevar a pressão para a roda não amassar.

Por isso, a pressão deve ser verificada pelo menos uma vez por semana e com os pneus frios. Se for viajar com carga máxima (passageiros e bagagens) é importante conferir no manual do proprietário qual é a pressão indicada para essa condição. Há modelos em que a pressão é a mesma para qualquer condição. Linus conta que existe uma tolerância de 1,5 libra, mas o motorista não deve abusar dessa diferença porque não é possível saber se os calibradores dos postos de combustível estão corretamente aferidos.

Automático

Alguns veículos têm um sensor que monitora a pressão dos pneus, equipamento que será obrigatório na Europa a partir de 2012. Para saber a pressão, basta o motorista conferir no painel de instrumentos. Se a pressão estiver abaixo da recomendada ou o pneu estiver furado, este sistema emite um alerta. Em alguns modelos mais sofisticados este sistema é tão eficiente que tem a função de calibrar os pneus sem a intervenção do motorista.

Outra opção é usar um minicompressor de ar que custa cerca de R$ 50 (www.comprafacil.com.br). Por ser leve e funcionar na tomada de 12 volts do carro esse produto serve para calibrar os pneus em casa (em condições ideais por estarem frios) e também pode ser levado para qualquer lugar. É importante prestar atenção porque nem todos os compressores vêm equipados com o manômetro (instrumento usado para medir pressão). Ou então, para quem quer apenas conferir a pressão dos pneus, existe um medidor digital que registra esse valor. O preço é de R$ 80 (www.submarino.com.br.).

Fonte: site VRUM

 

7 dicas para evitar roubos e furtos de carros

Algumas simples medidas de precaução podem ter um efeito muito mais eficaz do que se pensa para inibir a ação de ladrões. Apesar de algumas dicas de segurança parecerem óbvias e um pouco batidas, ironicamente, elas costumam ser muito negligenciadas pelos proprietários de carros. E é exatamente nesses vacilos que os criminosos encontram suas maiores brechas. Com a ajuda da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), EXAME.com listou as principais medidas preventivas contra roubos e furtos de veículos. Confira a seguir.

 1) Use o bom senso ao escolher um local para estacionar É dispensável dizer que deixar o carro em um estacionamento fechado é sempre a melhor opção para evitar os furtos e roubos. Mas, quando não houver alternativa e for preciso parar o carro na rua, evite lugares ermos e de fraca iluminação. “Estacionar em ruas iluminadas, em frente a prédios com vigias e perto câmeras de segurança pode inibir a ação do ladrão”, orienta o diretor executivo da FenSeg, Neival Freitas. Ao estacionar o carro durante o dia, considere como o local pode ser durante a noite. Ruas de comércio, por exemplo, podem ser extremamente movimentadas de dia e muito desertas fora do horário comercial.

 2) Não deixe nada dentro do carro, nem mesmo uma sacola vazia Qualquer objeto pode ser confundido com um item de valor e atrair a atenção do ladrão, até mesmo uma sacola vazia. Suportes de GPS, adaptadores de iPods, carregadores e afins também não devem ficar à vista. Esses acessórios costumam ser vistos como evidências de que o carro pode ter objetos de valor. Crie o hábito de guardar compras no porta-malas assim que você entrar no carro em vez de deixar para a próxima parada. “Colocar algo no porta-malas depois de estacionar o carro pode atrair a atenção de um criminoso. Ele vai saber que há alguma coisa de valor dentro do carro”, afirma Freitas.

 3) Não cole adesivos que exponham informações pessoais “Um adesivo que mostra que o proprietário estuda na faculdade mais cara da cidade pode atrair o ladrão. E um adesivo de um time, por exemplo, pode levar algum torcedor fanático a depredar o carro”, afirma Neival Freitas. Um adesivo feminino também pode indicar ao ladrão que o carro pertence a uma mulher. Se o objetivo for um assalto, essa informação pode incentivar o criminoso a mirar exatamente esse veículo, já que ele pertence a uma vítima mais vulnerável.

 4) Não guarde documentos no carro Boletos bancários, cartões e correspondências podem ser usados pelos ladrões para acessar sua conta ou planejar um roubo à sua casa. A carteira de motorista e o registro do carro também não devem ficar no interior do veículo. Se o carro for levado, em posse dos documentos, os criminosos podem ter mais facilidade para vender e usar seu veículo.

 5) Certifique-se de que o carro foi trancado É evidente que deixar o carro aberto é um prato cheio para os criminosos, mas esse continua sendo um dos principais equívocos cometidos por motoristas. Mesmo em uma parada rápida, em um posto, padaria ou uma banca, é muito importante trancar o carro e fechar os vidros. Dois minutos são o suficiente para que o criminoso faça a festa. E alguns ladrões ficam de plantão nesses lugares, apenas esperando que os motoristas cometam alguma gafe.

 6) Utilize dispositivos de segurança visíveis Correntes de direção, chaves interruptoras e trancas de direção são alguns dos dispositivos que podem desencorajar a ação do ladrão. E quanto mais visíveis melhor. Eles podem não evitar que um criminoso mais experiente aja, sobretudo se for exatamente o seu carro que está na mira. Mas eles podem ser muito eficientes diante de ladrões casuais e mais oportunistas.

 7) Utilize equipamentos modernos de segurança Bloqueadores, rastreadores e localizadores são alguns dos equipamentos de segurança mais eficazes na prevenção a furtos e roubos. O bloqueador, em uma tentativa de furto, bloqueia a ignição ou a bomba de combustível e informa por meio de um alarme o telefone da empresa de monitoramento, para que cheguem na central informações sobre o furto. O localizador informa onde o carro está localizado a partir do momento que o motorista percebe que ele foi roubado e aciona a central de monitoramento da empresa que vendeu o produto. E o rastreador, o equipamento mais avançado entre os três, informa ao motorista onde o carro roubado está, tal como o localizador, mas tem a vantagem de permitir a consulta da localização sem a necessidade de ativar a central de atendimento.